



Promovido anualmente entre o final de março e o início de abril, o ciclo reúne discentes, docentes e pesquisadores vinculados a sítios de memória e consciência, com o objetivo de discutir diferentes temáticas relacionadas ao golpe civil-militar de 1964, suas consequências e os desafios contemporâneos da democracia.Nesta quinta edição, o evento contará com duas mesas temáticas centrais. A primeira, intitulada “Povos indígenas: memória e resistência”, será conduzida por Bianca Aldeia Bitencourt Fontes, abordando as experiências históricas e atuais de resistência dos povos originários. Na sequência, a mesa “Repressão e Resistência: a ditadura civil-militar em Erechim”, com Guilherme José Schons, trará uma reflexão situada sobre os impactos locais do regime autoritário, contribuindo para o fortalecimento da memória regional. A atividade é organizada pelo Grupo de Pesquisa Memória, Democracia e Direitos Humanos e pelo Laboratório de Filosofia Política (LAFIPO), com apoio do Núcleo de Memória do IFRS (NUMen), por meio do Projeto Indissociável de Ensino, Pesquisa e Extensão “Pluralidade, Mundo e Política: a educação como experiência formativa do humano”.

